Programa Eco-Escolas 2018-2019 Eco-Código

Programa Eco-Escolas 2018-2019 Eco-Código

AEE /

O Agrupamento de Escolas de Estarreja consolidando o conceito de Eco-Agrupamento desde 2015-2016 desenvolve o Programa Eco-Escolas nos oito estabelecimentos de ensino que constituem o Agrupamento: Escola Secundária de Estarreja, Escola Básica Padre Donaciano de Abreu Freire, Escola Básica Prof. Egas Moniz, Escola Básica Visconde de Salreu, Escola Básica do Mato, Escola Básica da Congosta, Escola Básica do Pinheiro, Escola Básica de Cabeças.

O  Eco-Escolas é um programa que visa  envolver a comunidade educativa  na construção de uma escola e de uma comunidade mais sustentáveis. As ações concretas desenvolvidas pelos alunos, professores e por toda a comunidade educativa proporcionar-lhes-ão a tomada de consciência de que simples atitudes individuais podem, no seu conjunto, melhorar o Ambiente global.

A concretização e desenvolvimento do programa consiste na adopção de uma metodologia de trabalho (simplificadamente denominada por 7 passos) que, articulando atividades de exploração de diversos temas, contribua para uma melhoria global do ambiente da escola e da comunidade.

A implementação dos 7 passos materializa-se nas seguintes fases do projeto:

  1. Conselho Eco-Escola (quem; quando reúnem; etc.) – consiste num grupo de trabalho com representação de alunos, professores, funcionários, pais, município e outros elementos da comunidade, que sugere, discute e avalia o plano de atividades. Este Conselho reunirá duas vezes por ano letivo: até ao final do primeiro período, para definir o plano de ação, e no final do ano letivo, para o avaliar.
  2. Auditoria Ambiental (levantamento da situação ambiental da escola) realizada, obrigatoriamente, em dois momentos, pretende constituir uma ferramenta de diagnóstico (no início do ano letivo), mastambém de avaliação (no final do ano letivo), do estado ambiental da escola e que permite uma verificação da evolução ao longo do tempo. A auditoria é feita com base em perguntas de observação e outras perguntas que exigem a realização de um inquérito aos alunos da escola, de todos os anos de escolaridade (este inquérito é realizado, online, a todos os alunos, também duas vezes no ano letivo: no inicio do programa, para diagnóstico e no final, para avaliação dos progressos feitos).
  3. Plano de Ação (medidas a implementar: como, quando, que atividades) decorrente da auditoria, consiste na planificação/previsão das atividades nos diferentes temas de trabalho. O plano de ação traça as atividades/medidas e ações a realizar, objetivos, prazos e intervenientes, e a definição de indicadores de avaliação das ações.
  4. Monitorização e avaliação (reformular e adaptar o plano) ao longo do desenvolvimento das ações definidas no plano. A monitorização é sistemática e devidamente registada em modelos próprios (a incluir o relatório final a remeter à ABAE).
  5. Trabalho Curricular (inserir nas atividades letivas) dependerá das circunstâncias específicas de cada Escola, mas parte deste trabalho deverá relacionar-se com o Plano de Ação. O princípio que serve de base às Eco-Escolas é o de que os assuntos ambientais que são estudados na sala de aula devem influenciar a forma de funcionamento da Escola. A abordagem temática deve ser articulada com as matérias curriculares, dado que em todos os graus de ensino são desenvolvidos conhecimentos e competências que se relacionam com a educação ambiental. Deve ser posto em evidência o esforço de integração do Programa no trabalho curricular, e no Projeto Educativo da Escola. Daí o preenchimento de uma grelha com as atividades de cada turma, a realizar por todos os Conselhos de Turma/Ano.
  6. Informação e Envolvimento da escola e da Comunidade (divulgação das ações; organização de eventos; dias especiais; comunicação social) deve fazer-se um esforço de envolvimento de toda a Escola e da Comunidade Local. Esse objectivo pode ser alcançado através da realização de: exposições, colóquios, concursos, festas e outros eventos especiais, por forma a focar a atenção da comunidade no trabalho desenvolvido, realçando a evolução do desempenho ambiental da escola. É fundamental que todos os alunos e restantes elementos da comunidade escola tomem conhecimento da participação da escola no Programa Eco-Escolas. Esse esforço de divulgação é responsabilidade de todos mas, fundamentalmente, do Conselho Eco-Escolas.
  7. Eco-Código (elaboração de um código de conduta) é uma declaração de objectivos traduzidos por ações concretas que todos os membros da escola devem seguir. Em cada ano letivo, e da responsabilidade dos alunos, o Eco-Código elabora-se face aos temas selecionados e no sentido de orientar as atitudes e condutas a manifestar doravante, enquanto código de conduta da comunidade educativa.

 

O Eco-Código – das escolas EB1 da Congosta, EB1 de Cabeças, EB1 Visconde de Salreu, EB Professor Doutor Egas Moniz e Escola Secundária de Estarreja – elaborado pelos alunos Eco-Conselheiros de cada escola, está já concluído e pretende ser a matriz orientadora dos comportamentos e atitudes cidadãs de toda a comunidade educativa.

 

 

ECO Codigo Salreu

ECO Codigo Egas

ECO Codigo ESE

ECO Codigo Congosta 1 / ECO Codigo Congosta 2

ECO Codigo Cabecas