Projeto ACP – Aprender, Cooperar e Partilhar

Projeto ACP – Aprender, Cooperar e Partilhar

AEE /

O projeto ACP foi implementado na escola no ano letivo 2012/2013 e teve como finalidade a criação de um sistema de interajuda entre alunos, quer na vertente académica, quer no domínio do relacionamento interpessoal.         

Conscientes de que a escola é um espaço que vai muito para além do que se aprende na sala de aula, procurou-se motivar os alunos mais velhos e mais experientes (mentores) para a necessidade de ajudarem os alunos mais novos (mentorados) a diferentes níveis. O mentor serve de guia e orientador podendo dar ao mentorando apoio sistemático semanal ou pontual, em domínios como: a desmotivação, a fraca autonomia no estudo, as técnicas para a construção de apontamentos, os métodos mais eficazes para estudar os diferentes conteúdos, as dificuldades inerentes às exigências de um novo ciclo de ensino ou problemas de socialização e integração na escola.

A participação no projeto é voluntária e os encontros entre mentores e mentorados servem para a troca de experiências e conhecimentos e para o estabelecimento de redes afetivas e de solidariedade.

Ao longo destes quatro anos do projeto, a adesão ao projeto foi muito significativa e a avaliação, realizada pelos alunos envolvidos, tem sido muito positiva. Destacamos o reforço da autoestima, a melhoria ao nível da integração escolar e da motivação para o sucesso e o sentido de responsabilidade social. O projeto tem contribuindo, dessa forma,  para o desenvolvimento global dos alunos envolvidos.

O sucesso e o futuro do projeto depende dos alunos que o integram, da sua capacidade de exercer o seu papel com uma combinação de afeto, boa disposição, responsabilidade, compromisso, disponibilidade e comunicação clara e sincera.

               

O que eles disseram sobre o projeto ACP

“É fixe.”

“Integra-te.”

“Experimenta, vale a pena.”

“Uma forma diferente de ajudar a superar dificuldades.”

“Ajudar aprendendo.”

“Partilha de experiências”.

“O tempo passa rápido, é pouco para tudo o que temos para dizer/fazer.”

“Temos uma ótima relação com o mentor, falamos sobre tudo, é super bom.”

 

“Queria oferecer o que não tive.”

“Precisava sentir-me útil.”

“Era uma experiência nova.”

“Aceitei o desafio da professora de Psicologia.”

“Gosto de fazer voluntariado.”

“Senti que era importante ajudar alguém que, podia ser eu.”

 

“Amizade.”

“Companheirismo.”

“Cumplicidade.”

“Confiança.”

“Interajuda.”

“Cooperação.”

“Disponibilidade.”

 

“Mudanças? Sim! Passei a dar mais atenção aos pormenores.”

 “Fiquei mais autónomo.”

“Estou mais compreensiva e mais motivada para ajudar os outros.”

“Passei a ter mais paciência.”

 “Olho de outra forma os meus professores.”

“Passei a frequentar mais a biblioteca.”

“Finalmente senti que, na escola, além de aprender também posso ensinar.”

 “Acabei por descobrir que a história de vida de uma pessoa condiciona todo o seu percurso pessoal e escolar.”

“ Sinto-me útil.”

“Vi que, na realidade, há sempre alguém pior do que nós.”

 

 

“Vontade de ajudar.”

“Abertura.”

“Ser aplicado.”

“Simpatia.”

“Responsabilidade.”

“Disponibilidade.”

 

“Sim!”

“Eu achei muito fixe.”

“Claro! Espero integrar algo semelhante na universidade.”

“Gostava mais se não tivéssemos que fazer os trabalhos de casa.”

“Não me importava de voltar a ser mentor e tenho pena de nunca ter tido a experiência de mentorando.”

“O que mais gosto é de fofocar com elas, contar coisas e pedir opiniões.”

“Só é mais chato quando temos testes na semana dos encontros, não dá para conversar tanto.”

“Se alguém me quiser ajudar para o ano, eu inscrevo-me.”